O Que Nós Realmente Sabemos Sobre Luz?

Barueri, 16 de Maio de 2018

 

Para coincidir com o Dia Internacional da Luz, resultados de um recente estudo internacional de consumidores conduzido pela LEDVANCE mostram que ainda há muita confusão sobre as diferentes tecnologias de iluminação.

 

O que brasileiros sabem sobre tecnologias de iluminação? Ou melhor: o que eles acham que sabem? Conhecem a diferença entre Watts, Kelvin e Lúmens? O que eles pensam a respeito dos efeitos biológicos da luz? Uma pesquisa com aproximadamente 2.000 brasileiros mostra que ainda há uma considerável falta de conhecimento sobre as diferentes tecnologias de iluminação atuais e futuras. No Dia Internacional da Luz a LEDVANCE quer colocar um fim nessa confusão.

 

A UNESCO declarou dia 16 de Maio como o Dia Internacional da Luz, com o objetivo de conscientizar a audiência global sobre a importância da luz e das tecnologias de iluminação. Como os brasileiros avaliam seu próprio conhecimento sobre a luz? O que causa a maior confusão? E quão abertos e atualizados estão a respeito de futuros problemas de tecnologias de iluminação? Uma recente pesquisa conduzida pela empresa Research Now em nome da LEDVANCE responde essas questões.

“A tecnologia LED traz um grande número de benefícios, mas escolher uma lâmpada ou luminária adequada tem se tornado cada vez mais difícil para os consumidores.

Também ocorreu o banimento das lâmpadas incandescentes convencionais, o que torna a situação ainda mais confusa. A complexidade e consequente incerteza são refletidas nos resultados da nossa pesquisa.” explica Paula Silveira Mello, Gerente de Marketing da LEDVANCE para a América Latina.

 

Falta conhecimento sobre unidades de medida

 

A maioria dos consumidores acha que são mais informados do que realmente são. 76% dos consumidores brasileiros responderam que as vantagens e desvantagens das diferentes tecnologias de iluminação, desde as lâmpadas LED inteligentes/conectáveis até as incandescentes convencionais são completamente ou pelo menos suficientemente claras para eles.

Quando questionados sobre unidades de medida relevantes que estão impressas nas embalagens dos produtos há um bom tempo, a questão muda de figura: 82% dos entrevistados conseguiram atribuir corretamente Watts com consumo de energia. Kelvin e Lúmen, por outro lado, que são unidades de medida importantes no mundo do LED, foram identificados por 61% dos entrevistados – como indicação de temperatura de cor e fluxo luminoso.

De acordo com Paula Silveira Mello, isso é um problema porque “a temperatura de cor e seu valor em Kelvin indicam a cor da luz – de branco azulado (5300 K) e branco neutro (3300 a 5300 K) até um acolhedor amarelo (2700 a 3300 K). O fluxo luminoso dado em lúmens indica a quantidade de luz emitida por uma lâmpada. Sendo assim, para ter LED com boa eficiência luminosa o valor crucial para brilho não é mais Watts, e sim Lúmens”. Na pesquisa, 46% dos brasileiros relacionaram corretamente as unidades de medida.

 

Iluminação centrada no ser humano (HCL – Human Centric Lighting): necessidade urgente de informação

 

Iluminação centrada no ser humano – ou “a luz certa, no momento certo” – é uma das maiores tendências atuais na indústria de iluminação, e tem muita expectativa em cima disso. É provado cientificamente que a luz artificial que simula a luz natural do dia pode contribuir de forma valiosa para estabelecer e estabilizar o biorritmo diurno/noturno humano, impulsionando nosso bem-estar e melhorando nossa saúde.

Em resposta à questão do efeito biológico da luz artificial no corpo humano, a maioria dos brasileiros (75%) respondeu que não acreditava nisso ou não sabia nada a respeito. Entretanto, 80% viram uma vantagem em usar luz artificial para estimular o corpo e espírito de acordo com suas necessidades individuais.

As pessoas geralmente possuem uma mente aberta quanto à iluminação centrada no ser humano (HCL). 57% dos entrevistados, por exemplo, indicaram que os efeitos biológicos da luz teriam maior influência em suas decisões de compra se eles soubessem mais a respeito. Porém, isso obviamente não é o caso ainda.

Concluindo, Paula Silveira Mello adiciona: “Na LEDVANCE entendemos que é nossa responsabilidade fornecer mais informação sobre a enorme contribuição que uma boa luz pode proporcionar ao bem-estar de cada um de nós”.

 

Sobre o Estudo Internacional de Consumidores 

 

O estudo internacional de consumidores foi conduzido em nome da LEDVANCE pelo renomado instituto de pesquisa de mercado internacional Research Now ao final de 2017 e início de 2018 em 9 países pelo mundo – Alemanha, Inglaterra, França, Itália, Suécia, Estados Unidos, Canadá, Brasil e China. A pesquisa online foi baseada em dados de corte transversal da “população online” em grupos com idade de 18 a 60 anos, com diferentes níveis de educação e renda e de diversas regiões. No Brasil um total de 2.007 pessoas foram entrevistadas.

 

Sobre a LEDVANCE

 

Com escritórios em mais de 50 países e negócios em mais de 140 países, a LEDVANCE é um dos principais fornecedores de iluminação geral do mundo para profissionais e consumidores finais. Surgiu do clássico portfólio de iluminação da gigante alemã OSRAM, e oferece um amplo sortimento de luminárias LED para as mais diversas aplicações, produtos inteligentes e conectáveis, lâmpadas LED para o segmento industrial e tradicional. Desde Março de 2018, o líder chinês de Iluminação LED MLS se tornou o único proprietário da LEDVANCE. Em Março de 2017 a LEDVANCE foi adquirida por um consórcio constituído pelas empresas MLS e as empresas de investimento IDG Capital e Yiwu. No ano fiscal de 2017, a LEDVANCE atingiu um faturamento de cerca de 1,9 bilhões de Euros. Baseado em um acordo com a OSRAM, a LEDVANCE continuará a utilizar a confiável marca OSRAM em muitos de seus produtos (SYLVANIA nos Estados Unidos e Canadá). Mais informações sobre a LEDVANCE podem ser encontradas no site www.ledvance.com.br.


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