Eternit lança telha de energia solar e diz que superou amianto

Fabricante de telhas sofreu com a proibição de sua principal matéria prima, mas tenta um recomeço ao lançar telha de energia solar

Há pouco mais de um ano, a fabricante de telhas Eternit pedia recuperação judicial e se via às voltas com a proibição do uso do amianto, substância cancerígena que usava em suas telhas.

Na semana passada, a empresa foi elogiada por um movimento que vai na contramão de seus problemas do passado. A Eternit apresentou na Feira Intersolar da América do Sul, maior feira sobre energia solar da região, uma telha fotovoltaica, isto é, capaz de transformar captação de luz em energia elétrica.

O produto deve começar a ser vendido em cerca de seis meses, primeiro em fase de testes a clientes selecionados, e chegando ao mercado geral entre 12 e 18 meses.

Células fotovoltaicas ainda são comercializadas no Brasil sobretudo em formato de painéis e em pequena escala, cerca de 1% da energia instalada no país, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O mérito da Eternit foi conseguir aplicar as células fotovoltaicas na própria telha, sem precisar de um painel adicional.

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