Escolas serão geradoras de energia fotovoltaica no Paraná

Governo do estado vai transformar cerca de 4 mil instituições m unidades provedoras de eletricidade limpa e renovável

O governo do Paraná permitirá que as cerca de 4 mil escolas municipais do estado se tornem unidades geradoras de energia solar fotovoltaica. O objetivo é promover a autossuficiência energética nas unidades de ensino.

Foi assinado um memorando de entendimento para que o projeto saia do papel. O documento conta com as assinaturas do secretário de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas e superintendente do Serviço Social Autônomo (Paranacidade), João Carlos Ortega, da agência de fomento do estado (Fomento Paraná) e do Green Building Council Brasil (GBC BR), responsável por emitir selos de eficiência energética reconhecidos internacionalmente.

Prefeituras de seis municípios terão R$ 30 milhões do Sistema de Financiamento dos Municípios (SFM) na primeira fase do projeto, disponibilizados pela Fomento Paraná para a instalação de painéis solares em 180 escolas, mediante contrapartidas do poder público.

A Copel também vai contribuir para o projeto, com seu programa de eficiência energética, sendo responsável por analisar as necessidades de demanda de energia de cada escola. O foco é tornar equipamentos instalados, como lâmpadas e aparelhos de ar condicionado, mais eficientes.

A distribuidora estima que o potencial de geração de energia fotovoltaica no Paraná alcance 18 GW. O volume é superior à capacidade de produção de Itaipu, com 14 GW.

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Algumas rochas são painéis solares naturais e convertem luz em eletricidade

Após descoberta, pesquisadores afirmam que a característica natural das rochas pode melhorar os painéis solares utilizados atualmente

Aparentemente, as rochas já estavam transformando luz em eletricidade antes mesmo dos seres humanos. E parece que isso é algo relativamente comum: os primeiros exemplos de conversão natural de luz em eletricidade foram encontrados em revestimentos de superfície de rochas em desertos chineses.

Examinando amostras do Deserto de Gobi, o professor Anhuai Lu, da Universidade de Pequim, encontrou correntes elétricas na superfície, mas apenas nas proximidades de depósitos dos metais ferro e manganês. O estudo publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences diz que, quanto mais fraca a luz, menor é a corrente, mostrando que os revestimentos estão transformando os fótons em elétrons em movimento. Os revestimentos também são bastante estáveis, fazendo com que a geração de eletricidade provavelmente dure o dia todo.

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Última semana para pontuar – fim de rodada!

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Segunda, dia 30, é o último dia para pontuar.

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Desafio do Eletricista 2019 – Prova Dissertativa

Se você teve mais de 80% de acerto no Desafio do Eletricista 2019 e estava esperando pela prova dissertativa, ela chegou.

Fique atento ao email cadastrado no Programa: vamos enviar lá o link para responder às questões. O prazo é curto. Portanto, não demore para responder.

Boa sorte!